Pambazuka
Women and Security Governance in Africa argues that human security cannot be achieved in Africa without putting women at the centre of public policy.
Bosses blog
Bosses Blog is a three language blog (Swedish, English and Portuguese) about Africa, Mozambique, Development Cooperation and Corruption ... and some other things .... :=)
27 January, 2012
‘This is Africa to come’
Pambazuka, Mandisi Majavu
‘The Mozambique food riots of 2010 and the recent mass protests in Nigeria show that people are capable of forcing governments to back down from enforcing policies that have a negative impact on their lives.’
‘The Mozambique food riots of 2010 and the recent mass protests in Nigeria show that people are capable of forcing governments to back down from enforcing policies that have a negative impact on their lives.’
15 January, 2012
Celebration and criticism as the ANC turns 100 Reflecting on Africa's oldest liberation movement
Pambazuka, Danny Schechter
A group that fought against power became the power and in some cases was seduced by power. A new crusade against corruption, demagoguery and hypocrisy is needed.
A group that fought against power became the power and in some cases was seduced by power. A new crusade against corruption, demagoguery and hypocrisy is needed.
07 January, 2012
Mozambique's 'Mr Guebusiness'
Mail & Guardian, Luis Nhachote
The tentacles of Mozambican President Armando Emilio Guebuza's huge family business empire make Zuma Incorporated look like a spaza-shop operation.
The tentacles of Mozambican President Armando Emilio Guebuza's huge family business empire make Zuma Incorporated look like a spaza-shop operation.
20 December, 2011
16 December, 2011
Mozambique: Changing fortunes for the ruling party
Pambazuka news
Recent municipal elections in Mozambique show that the ruling party in Mozambique, Frelimo, may not be as strong as it would like to think. Luca Bussoti reports that low voter turnout and an impressive showing by the opposition suggest all is not well for Frelimo.
Recent municipal elections in Mozambique show that the ruling party in Mozambique, Frelimo, may not be as strong as it would like to think. Luca Bussoti reports that low voter turnout and an impressive showing by the opposition suggest all is not well for Frelimo.
04 November, 2011
A oposição A oposição por Machado da Graça
SAVANA, A talhe de foice
O Conselho de Ministros constituiu uma comissão encarregada de aconselhar o Presidente da República em todas as questões relacionadas com as condecorações nacionais.
A comissão é formada por 11 elementos e, se bem percebi ao ouvir a lista na rádio, 10 deles são sólidos frelimistas e o décimo primeiro é o Presidente do PIMO, o senhor Yacub Sibindi. Se bem percebo o nome do senhor Sibindi aparece ali porque seria demasiado escandaloso a comissão ser formada totalmente por militantes da Frelimo. Isto é, ele está ali para se poder dizer que a comissão é formada por elementos da Frelimo e da oposição. Está ali, em resumo, a representar a oposição existente no país.
Ora em Moçambique há dois partidos da oposição representados a nível parlamentar, a
Renamo e o MDM. Não deixa de ser bizarro, portanto, que a oposição na tal comissão seja representada por um partido praticamente sem nenhuma representatividade eleitoral. A única explicação possível é que a Frelimo, nem estando em maioria de 10 para 1, aceita o risco de envolver a oposições verdadeiramente representativa nessa delicada questão das condecorações e reconhecimento pela Pátria daqueles que melhor a serviram. A Frelimo joga pelo seguro e o seguro é um dos porta-vozes da chamada Oposição Construtiva que, de oposição, não tem absolutamente nada.
De resto isso agora virou moda. Seja qual for o acontecimento solene que ocorra lá estará, como representante da Oposição, o senhor Sibindi ou, mais frequentemente nos últimos tempos, o senhor Mabote, dirigente de um outro partido sem nenhuma representatividade eleitoral, o Partido Trabalhista.
Quer um quer o outro fazem sempre discursos de circunstância, sempre bajulando o poder do dia, uma ou outra vez tocando, ao de leve, algum pequenino ponto em que declaram não estar de acordo com a política oficial, voltando logo a seguir aos elogios e salamaleques. E, com esta manobra, o Governo procura dar um ar de pluralidade, mal se apercebendo do ridículo em que este tipo de coisas o faz cair.
Falsa solução democrática, encontrada sem qualquer espécie de subtileza política, apenas tentando atirar areia para os nossos olhos.
Ora é sabido que areia nos olhos provoca irritação dolorosa.
E é a isso que eu me sinto sujeito neste momento
O Conselho de Ministros constituiu uma comissão encarregada de aconselhar o Presidente da República em todas as questões relacionadas com as condecorações nacionais.
A comissão é formada por 11 elementos e, se bem percebi ao ouvir a lista na rádio, 10 deles são sólidos frelimistas e o décimo primeiro é o Presidente do PIMO, o senhor Yacub Sibindi. Se bem percebo o nome do senhor Sibindi aparece ali porque seria demasiado escandaloso a comissão ser formada totalmente por militantes da Frelimo. Isto é, ele está ali para se poder dizer que a comissão é formada por elementos da Frelimo e da oposição. Está ali, em resumo, a representar a oposição existente no país.
Ora em Moçambique há dois partidos da oposição representados a nível parlamentar, a
Renamo e o MDM. Não deixa de ser bizarro, portanto, que a oposição na tal comissão seja representada por um partido praticamente sem nenhuma representatividade eleitoral. A única explicação possível é que a Frelimo, nem estando em maioria de 10 para 1, aceita o risco de envolver a oposições verdadeiramente representativa nessa delicada questão das condecorações e reconhecimento pela Pátria daqueles que melhor a serviram. A Frelimo joga pelo seguro e o seguro é um dos porta-vozes da chamada Oposição Construtiva que, de oposição, não tem absolutamente nada.
De resto isso agora virou moda. Seja qual for o acontecimento solene que ocorra lá estará, como representante da Oposição, o senhor Sibindi ou, mais frequentemente nos últimos tempos, o senhor Mabote, dirigente de um outro partido sem nenhuma representatividade eleitoral, o Partido Trabalhista.
Quer um quer o outro fazem sempre discursos de circunstância, sempre bajulando o poder do dia, uma ou outra vez tocando, ao de leve, algum pequenino ponto em que declaram não estar de acordo com a política oficial, voltando logo a seguir aos elogios e salamaleques. E, com esta manobra, o Governo procura dar um ar de pluralidade, mal se apercebendo do ridículo em que este tipo de coisas o faz cair.
Falsa solução democrática, encontrada sem qualquer espécie de subtileza política, apenas tentando atirar areia para os nossos olhos.
Ora é sabido que areia nos olhos provoca irritação dolorosa.
E é a isso que eu me sinto sujeito neste momento
Empreiteiros do Niassa mais honestos do País
Faísca
Os construtores de Niassa honram os seus compromissos com FUNAE, o que não aconteçe noutros cantos do pais. (Salvador Namburete)
Os construtores de Niassa honram os seus compromissos com FUNAE, o que não aconteçe noutros cantos do pais. (Salvador Namburete)
Illegal diamond mining in Zimbabwe
openDemocracy, Andrew Mambondiyani
And when I visited Manica, a town in Mozambique close to the border with Zimbabwe, it emerged that illegal diamond buyers have field players in the country who move around the small town looking for illegal diamond sellers.
And when I visited Manica, a town in Mozambique close to the border with Zimbabwe, it emerged that illegal diamond buyers have field players in the country who move around the small town looking for illegal diamond sellers.
Direct democracy in Kenya: a case to be made
openDemocracy, Alan E Masakhalia,
Food for thought even for Moçambique?......... (BH)
Food for thought even for Moçambique?......... (BH)
22 October, 2011
A gargalhada de semana
Não perca "Marco do Correio" no Correio da manhã (Nº 3682) por Machado da Graça, sobre Frelimo, distribuição de riquesas e obesidade. Da mesmo para rir.
BH
BH
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